Fundador do grupo Lashkar-e-Taiba critica prisões

O fundador do Lashkar-e-Taiba, o grupo paquistanês acusado pela Índia dos atentados de Mumbai, criticou nesta segunda-feira a operação policial contra o acampamento de uma de suas organizações de caridade na Caxemira paquistanesa, que terminou com a detenção de 15 pessoas.

AFP |

"A operação contra organizações na Caxemira paquistanesa é injustificável e nós condenamos fortemente", afirmou Hafiz Saeed.

"O governo mostra sinais de fraqueza ao ter como alvo organizações da Caxemira", acrescentou.

As forças de segurança paquistanesas prenderam 15 pessoas pertencentes a uma organização de caridade islamita ligada ao grupo Lashkar-e-Taiba, principal suspeito dos atentados de Mumbai (172 mortos), informaram fontes oficiais.

Na periferia de Muzaffarabad, capital da Caxemira paquistanesa, as forças de segurança realizaram na noite de domingo uma operação em um acampamento da fundação Jamaat-ud-Dawa, considerada o braço político do Lashkar-e-Taiba.

str-jaf/fp

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