Funcionárias do metrô são detidas em Washington por explorar prostituição

Washington, 27 jun (EFE) - Duas trabalhadoras do metrô de Washington foram detidas e acusadas de explorar prostituição, depois que ofereceram favores sexuais a um Policial à paisana que investigava o suposto crime. A estação de Dupont Circle, pela qual passam centenas de pessoas, era o centro de operações de Sharon Waters, gerente da mesma, e Pam Goins, vigilante de segurança da estação de Farragut North, segundo informa o site da revista Examiner. A operação começou depois que a Polícia encontrou um folheto publicitário da agência Blossom Express Travel Agency no qual ofereciam viagens sexuais ao Brasil. Sharon estava na lista de contatos da agência e inclusive em alguns folhetos apareciam seu e-mail e o número do telefone celular. Segundo a revista, o folheto mostrava as fotos de duas mulheres com um texto que continha referências sexuais, para uma viagem ao Rio de Janeiro por US$ 1665. A publicação, que teve acesso à sentença judicial, afirma que Sharon ofereceu a um policial disfarçado um encontro com prostitutas locais, enquanto trabalhava no escritório do metrô. Dias depois, o policial voltou a passar pela estação e Sharon sugeriu que participasse de uma orgia sexual na zona metropolitana de Washington por US$ 100 e mencionou uma amiga a qual queria que conhecesse. Segundo o documento da Corte, Sharon chamou Pam pelo sistema de alto-falantes do metrô e foi com o policial à estação de Farragut North para apresentá-los. Pam disse ao...

EFE |

As meninas acabaram não aparecendo e Pam disse que tiraria um intervalo no trabalho e iria ao hotel para substituí-las.

As duas foram detidas e a Polícia investiga agora se há mais envolvidos no caso.

Sharon trabalha para o metrô de Washington desde 1990 e, segundo o porta-voz da companhia, Steven Taubenkibel, recebia US$ 56 mil anuais, enquanto Pam ganhava US$ 33.801. EFE elv/db

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