Sankt Pölten, 18 mar (EFE).- Josef Fritzl reconheceu hoje perante o tribunal que o julga que deveria ter feito alguma coisa para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.

"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto dessa criança em 1996.

"Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado, que deve ser sentenciado nesta quinta-feira. EFE jk/rr

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