Freiras italianas seqüestradas no Quênia em 2008 estão bem e na Somália

Roma, 9 jan (EFE).- A duas freiras italianas seqüestradas em 10 de novembro no Quênia estão bem e foram transferidas para a Somália pelo grupo que as mantém retidas, informou hoje o ministro de Assuntos Exteriores da Itália, Franco Frattini.

EFE |

O Ministério de Exteriores italiano enviou há poucos dias a Nairóbi a observadora Margherita Boniver, com a intenção de reunir informação e acelerar as negociações para conseguir a libertação das duas religiosas, das quais não se sabia nada desde o dia de sua captura.

Em declarações ao canal de televisão "Canale 5", Frattini disse que "existe um grande empenho" por parte das autoridades quenianas e do Governo de transição na Somália para resolver a situação.

"Podemos dizer que estão bem, mas é preciso considerar que uma tem 67 anos e a outra 60, e que vivem em zonas terríveis deste país há 25 anos", disse, em Nairóbi, a enviada do Ministério de Exteriores italiano.

Boniver afirmou que, apesar da disponibilidade das autoridades, a situação está "muito arrevesada".

As duas freiras, Caterina Giraudo, de 67 anos, e Maria Teresa Oliviero, de 61, foram seqüestradas por um grupo de homens armados na cidade de Elwak, no nordeste do Quênia, perto da fronteira com a Somália, e pertencem ao Movimento Contemplativo Missionário Padre de Foucauld, de Cuneo (norte italiano). EFE ccg/an

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