França rejeita tomada do poder à força na Mauritânia

Paris, 6 ago (EFE).- O Ministério de Assuntos Exteriores francês emitiu hoje um comunicado sobre os últimos eventos na Mauritânia, onde ressalta seu apego à preservação do Estado de Direito e sua hostilidade à tomada do poder à força.

EFE |

Embora considere que "é cedo demais para qualificar a situação" no país, a França lembra seu "apego à estabilidade na Mauritânia".

"Estamos em contato com nossa embaixada em Nuakchott e acompanhamos os eventos com a maior atenção junto a nossos parceiros", afirma o comunicado do Governo francês, que exerce desde 1 de julho a Presidência rotativa da União Européia.

O ministério indica também que já tomou medidas para garantir a segurança dos cidadãos franceses, e que divulgará recomendações em função do desenvolvimentos dos fatos.

O presidente mauritano, Sidi Mohammed Ould Cheikh Abdallahi, e o primeiro-ministro, Yahya Ould Ahmed el-Waghef, foram detidos hoje por chefes do Exército, que anunciaram a criação de um "Conselho de Estado" presidido pelo chefe de Estado-Maior do Exército, general Mohammed el-Ghazuani. EFE jms/an

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