As passeatas de trabalhadores realizadas neste sábado na França foram menos concorridas que as de 2009, com os sindicatos querendo, principalmente, chamar a atenção para a reforma em curso no sistema de aposentadorias e pensões, e advertir contra a adoção de planos de austeridade como os da Grécia." /

As passeatas de trabalhadores realizadas neste sábado na França foram menos concorridas que as de 2009, com os sindicatos querendo, principalmente, chamar a atenção para a reforma em curso no sistema de aposentadorias e pensões, e advertir contra a adoção de planos de austeridade como os da Grécia." /

França: passeatas do 1º de maio reúnem menos trabalhadores que no ano passado

As passeatas de trabalhadores realizadas neste sábado na França foram menos concorridas que as de 2009, com os sindicatos querendo, principalmente, chamar a atenção para a reforma em curso no sistema de aposentadorias e pensões, e advertir contra a adoção de planos de austeridade como os da Grécia.

AFP |

As passeatas de trabalhadores realizadas neste sábado na França foram menos concorridas que as de 2009, com os sindicatos querendo, principalmente, chamar a atenção para a reforma em curso no sistema de aposentadorias e pensões, e advertir contra a adoção de planos de austeridade como os da Grécia.

Cinco sindicatos, entre eles os dois mais importantes, a CGT e a CFDT, haviam convocado os trabalhadores, antes da realização de uma reunião de cúpula social sobre o emprego e o poder de compra, convocada pelo presidente Nicolas Sarkozy para o dia 10 de maio.

Em Paris, 45.000 foram às ruas, segundo os sindicatos, e 21.000 segundo a polícia, manifestando-se entre a praça da República e a 'Opéra'. Em toda a França, os manifestantes somavam 350.000, segundo a CGT.

Em 2009, as manifestações contra a política trabalhista de Sarkozy reuniram 160.000 pessoas em Paris e entre 465.000 e 1,2 milhão em toda a França.

Mas a perspectiva de um aumento da idade legal de aposentadoria, fixada atualmente em 60 anos, e as preocupações com o emprego num país de quatro milhões de desempregados, não bastou para mobilizar em massa os trabalhadores, segundo analistas.

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