França diz que não tem vocação para intervir militarmente no Chade

Paris, 17 jun (EFE).- O ministro de Assuntos Exteriores francês, Bernard Kouchner, expressou hoje seu apoio às autoridades legítimas do Chade, que enfrentam uma ofensiva rebelde no leste do país, mas afirmou que a França não tem vocação para intervir militarmente no conflito.

EFE |

Em comunicado, o chefe da diplomacia francesa afirmou que Paris continua acompanhando a situação na nação africana.

A ofensiva dos rebeldes chadianos foi anunciada na semana passada. Já no sábado, a força européia Eufor, que protege refugiados de Darfur e deslocados internos, teve que se defender ao ficar em um fogo cruzado entre rebeldes e militares do Chade perto da localidade de Goz Beida.

Ontem, por iniciativa da França, o Conselho de Segurança da ONU denunciou a "incursão armada" no Chade.

Kouchner lembrou hoje a condenação francesa a toda operação armada para tomar o poder pela força e disse que a França reafirma seu apoio ao presidente chadiano, Idriss Déby, e a seu Governo.

Em fevereiro passado, Déby, com o apoio indireto da França, conseguiu repelir uma ofensiva rebelde em N'djamena. EFE ao/sc

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