A França, que exerce a Presidência rotativa da União Européia (UE) durante este semestre, anunciou hoje que a ausência de retorno à legalidade constitucional, após o golpe de Estado realizado na quarta-feira na Mauritânia, terá conseqüências nas relações com o bloco europeu.

O Ministério de Exteriores francês lembrou que a Presidência da UE condenou ontem o golpe de Estado do general Mohammed Ould Abdel Aziz e solicitou a "imediata libertação" do presidente mauritano, Sidi Mohammed Ould Cheikh Abdallahi, e do primeiro-ministro desse país, Yahya Ould Ahmed el-Waguef.

O presidente mauritano e o primeiro-ministro foram detidos ontem pelos militares, que anunciaram a criação de um Conselho de Estado presidido pelo general Mohammed Ould Abdelaziz, até então chefe da Guarda Presidencial.

Leia mais sobre Mauritânia

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.