Forte nevasca afeta transportes no Reino Unido

Neve provoca o cancelamento de um um terço dos voos no aeroporto de Heathrow, em Londres, e deixa motoristas presos em estradas

iG São Paulo |

A nevasca que atinge o Reino Unido provocou o cancelamento de um terço dos voos no aeroporto de Heathrow, em Londres, neste domingo. Serviços de trem e metrô também sofreram interrupções enquanto autoridades pediram para motoristas evitarem as estradas.

Os aeroportos de Stansted, Birmingham e Luton suspenderam as operações durante a madrugada por causa do acúmulo de neve nas pistas, mas retomou o serviço normal na manhã de domingo.

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AP
Pássaros são vistos em dia de neve em Londres, com o Big Ben ao fundo (05/02)

A nevasca atingiu a Escócia, o País de Gales e o norte da Inglaterra antes de chegar a Londres. Segundo autoridades, cerca de 16 cm de neve caíram na cidade, deixando alguns motoristas presos em estradas.

A onda de frio que atinge a Europa já deixou centenas de mortos e afetou os transportes de vários países.

Na Bósnia, uma forte nevasca levou o governo a declarar estado de emergência na capital, Sarajevo, após as ruas da cidade serem tomadas por mais de um metro de neve no sábado. O transporte público foi suspenso, enquanto alguns bairros ficaram se luz.

A declaração de estado de emergência define que as escolas continuem fechadas e pede que os adultos trabalhem de casa, se for preciso.

Esforços continuam sendo feitos para resgatar centenas de pessoas presas em estradas bloqueadas pela neve em várias regiões do país.

Neste domingo, o governo usou helicópteros para retirar moradores de áreas isoladas pela neve e também para entregar remédios e alimentos.

Na Ucrânia, o governo aumentou o número de vítimas para 131, segundo último balanço divulgado neste domingo. As autoridades do país fecharam escolas e universidades além de abrir cerca de 3 mil abrigos com aquecimento e alimentos em todo o país. Por causa do frio, a demanda por gás aumentou na Ucrânia e em outros países europeus.

A exportadora russa Gazprom disse ser incapaz de atender à necessidade crescente por gás, mas o primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, pediu que a empresa se esforce para conseguir resolver o problema.

Com AP, Reuters e BBC

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