Fontes de radiatividade permanecem inacessíveis após terremoto na China

Pequim, 23 mai (EFE).- As autoridades chinesas informaram hoje que ainda não é possível o acesso a 15 fontes de radiatividade situadas nas áreas afetadas pelo terremoto de 12 de maio, que assolou o sudoeste do país.

EFE |

Em entrevista coletiva, o vice-ministro chinês de Proteção ao Meio Ambiente, Wu Xiaoqin, comentou que três das 15 fontes em questão estão enterradas sob toneladas de escombros, enquanto outras 12 permanecem em edifícios que apresentam condições muito perigosas para a entrada de pessoas.

Wu comentou ainda que tanto sua pasta como as autoridades ambientais locais enviaram equipes de especialistas às áreas afetadas logo depois do terremoto, para analisar todas as instalações nucleares.

"Não encontramos nenhuma fuga de substância radioativa no meio ambiente", afirmou.

No último dia 12, a China registrou seu pior terremoto em 32 anos, de 8 graus na escala Richter e que afetou sete províncias do sudoeste da nação - com epicentro na de Sichuan.

Até o momento, as autoridades chinesas informaram da morte de 55.740 pessoas, enquanto outras 24.960 permanecem desaparecidas e 292.481 estão feridas.

A China possui um laboratório de pesquisa de armas nucleares em Mianyang, uma das cidades mais castigadas pelo terremoto. A imprensa independente garante ainda que o Governo tem reatores nucleares e usinas de plutônio funcionando em Sichuan há alguns meses. EFE ub/dp

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG