Filipinas descobre sequestradores de membros da Cruz Vermeha

Zamboanga (Filipinas) - Os três membros do Comitê Internacional da Cruz Vermelha sequestrados no sul das Filipinas caíram nas mãos de um grupo armado formado por um ex-funcionário de presídio e por ao menos seis menores, informaram hoje fontes oficiais.

EFE |

"Estabelecemos a identidade de um dos sequestradores. Trata-se de um ex-funcionário da penitenciária de Patikul", disse o chefe do Comando de Mindanao Ocidental das Forças Armadas, o tenente-general Nelson Allaga, a rádios filipinas.

Patikul é um povoado a cerca de 20 quilômetros do leste de Jolo, capital da ilha homônima, onde ocorreu o seqüestro.

Um membro de uma organização humanitária que trabalha nas Filipinas assegurou que pelo menos seis dos 12 homens armados que participaram do sequestro eram menores, de acordo com a rede de televisão "GMA".

Em princípio, as autoridades locais suspeitaram da organização Abu Sayyaf, vinculada à Al Qaeda e que se destacou por grandes sequestros.

Allaga, porém, disse hoje que não têm provas conclusivas sobre a autoria de Abu Sayyaf, embora também não descarte a possibilidade.

O suíço Andreas Notte, diretor da representação da Cruz Vermelha na cidade de Zamboanga, o italiano Eugenio Vagni e a filipina Jean Lacaba foram capturados perto da entrada de uma prisão na ilha de Jolo, cerca de 980 quilômetros ao sul de Manila.

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