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Filho de Uribe diz que teve negócios com firma das pirâmides

Bogotá, 5 dez (EFE).- Um dos dois filhos do presidente colombiano, Álvaro Uribe, reconheceu que teve uma pequena relação comercial com uma empresa do Grupo DMG, que sofreu recentemente intervenção do Governo, segundo publica hoje a revista Cambio.

EFE |

"A 'Cambio' fez contato telefônico com Jerónimo Uribe, que assumiu ter tido uma pequena relação comercial com (Daniel) Ángel", um dos diretores da DMG, atualmente detido, diz a revista.

A "pequena relação" de Jerónimo Uribe com a DMG data de finais de 2006, quando foi lançado em Santa Marta, no norte colombiano, o canal de televisão "Body Chanel", de propriedade de Múrcia Guzmán e seu conglomerado.

O filho do presidente admitiu que para o lançamento desse canal enviou alguns presentes de sua empresa para que algumas modelos às usassem em um desfile de apresentação do "Body Chanel".

A revelação da "Cambio" acontece no momento em que a intervenção da DMG e o fim de dezenas de "pirâmides financeiras" em distintas regiões colombianas geraram distúrbios nas ruas, em protestos feitos por milhares de pessoas enganadas.

O presidente Uribe declarou, em 17 de novembro, estado de emergência social para fazer frente à crise que gerou o fim das "pirâmides" e a intervenção da DMG.

O número de afetados pela crise das pirâmides e as somas em dinheiro perdidas ainda não foram estimadas oficialmente pelas autoridades. EFE rrm/rr

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