Filho de Bin Laden pode ter morrido no Paquistão

(atualiza com declarações de membros da luta antiterrorista). Washington, 23 jul (EFE).- Saad bin Laden, filho do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, teria morrido durante um ataque americano com mísseis no Paquistão, disseram hoje fontes oficiais dos Estados Unidos.

EFE |

Fontes anônimas pertencentes à luta antiterrorista informaram que, embora acreditem que ele esteja morto, não podem estar 100% seguros disso, uma vez que o corpo não foi recuperado e não há provas de DNA que confirmem.

Osama bin Laden teria entre 14 e 18 filhos. Saad, de entre 25 e 30 anos de idade, teria morrido depois que um avião não-tripulado americano disparou mísseis sobre supostos redutos terroristas em território paquistanês.

O Governo do presidente americano, Barack Obama, em um reposicionamento da estratégia americana em sua guerra contra terroristas, fez da zona fronteiriça entre Afeganistão e Paquistão um de seus alvos principais na luta contra a Al Qaeda.

Os militares americanos usaram mais aviões-robô para atacar os militantes islâmicos com mísseis.

O ex-diretor Nacional de Inteligência Michael McConnell disse à Rádio Nacional Pública dos EUA ("NPR") que Saad bin Laden, que teria trabalhado para a Al Qaeda do Irã, viajou ao Paquistão no final do ano passado.

Em janeiro de 2008, o Departamento do Tesouro dos EUA acrescentou os ativos de Saad bin Laden e de outros três supostos agentes da Al Qaeda à lista de suas sanções, indicando que ele ajudava na gestão de operações do grupo terrorista a partir do Irã, onde foi detido em 2003.

A fonte disse à "NPR" que, apesar de Saad bin Laden ser um militante ativo da Al Qaeda, não era uma figura proeminente.

É provável que o homem tenha estado no lugar errado em um momento ruim, e não foi alvo de um ataque dirigido pessoalmente a ele, acrescentou a "NPR". EFE jab/an/rr

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