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Londres, 1 jul (EFE).- Mélanie Delloye-Betancourt, filha da ex-candidata presidencial franco-colombiana Ingrid Betancourt, acredita que se a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) pretende ter um futuro político, deve libertar reféns civis.

Em coletiva de imprensa em Londres, Melanie disse que confia em que as Farc possam entrar em um diálogo, talvez com a Venezuela, e espera que o Governo de Bogotá esteja disposto a ajudar.

A filha da ex-candidata presidencial voltou a afirmar que dialogar "não é tão difícil".

"Os que estão sofrendo são os que estão lá", ressaltou Mélanie, que comentou que a última notícia que soube de sua mãe foi através da carta recebida em outubro do ano passado.

Sobre a saúde de sua mãe, Mélanie reconheceu que está debilitada, da mesma forma que os outros reféns que há anos estão na selva colombiana.

Esta é a primeira visita que Mélanie Betancourt faz ao Reino Unido e coincide com a publicação da versão inglesa do livro "Cartas à mãe: direto do inferno", que contém cartas dos dois filhos da seqüestrada pelas Farc.

Ingrid Betancourt foi seqüestrada em fevereiro de 2002 no departamento (estado) de Caquetá. EFE vg/rr

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