A reestruturação da rede de concessionárias da Chrysler e da General Motors nos Estados Unidos deixará sem empregos dezenas de milhares de assalariados, com um impacto social mais profundo do que o apresentado em seus planos de reforma, segundo os economistas.

A Chrysler anunciou na quinta-feira o corte de seus laços com 789 dos concessionários, um quarto de sua rede atual. A General Motors a imitou nesta sexta-feira, anunciando planos para se separar de 2.400 revendedores, dos quais 1.100 antes do final de 2010.

A razão de 50 empregados por concessionária, a medida implicaria a supressão de até 150.000 empregos o equivalente a 0,2 ponto porcentual do índice de desemprego, calcula o economista Joel Naroff.

Os dois construtores já realizaram nos últimos anos cortes draconianos em seus efetivos: 32.000 empregos suprimidos pela Chrysler desde 2007, 31.000 pela General Motors só no ano passado.

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