Bogotá, 27 dez (EFE).- As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) disseram hoje em comunicado que continuam à espera dos protocolos de garantias do Governo colombiano para libertar dois reféns e entregar os restos mortais de outro.

"É necessário conhecer os protocolos que especifiquem as garantias oficiais por meio das quais se impedirão provocações", reiterou o Secretariado do grupo insurgente.

Em uma nota divulgada pela "Agência de Notícias Nova Colômbia" (Anncol), com sede em Estocolmo e aliada dos rebeldes, as Farc disseram que só com "protocolos de garantias" será possível evitar provocações como as que ocorreram em entregas unilaterais de reféns anteriores.

O comando central das Farc também reiterou que a anunciada libertação dos dois cativos e a entrega dos restos de outro deve acontecer por meio da congressista opositora Piedad Córdoba.

No comunicado, os insurgentes disseram que desejam que em breve estejam em liberdade o sargento Pablo Emilio Moncayo e o soldado Josué Daniel Calvo.

Moncayo está em poder das Farc desde dezembro de 1997, e Calvo foi sequestrado em abril passado.

Os dois militares fazem parte de uma relação de 24 membros da polícia que as Farc pretendem trocar por 500 rebeldes presos, entre eles vários extraditados aos Estados Unidos. EFE jgh/mh

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