Farc acusam carcereiros de permitirem fuga de reféns

Bogotá - As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) asseguraram hoje que a operação de resgate que permitiu a libertação de 15 de seus reféns não foi uma libertação, mas sim uma fuga e acusaram os guerrilheiros que vigiavam os seqüestrados de permitirem isso.

Redação com agências internacionais |

Reuters
15 reféns, inclusive Ingrid Betancourt foram libertados em operação

O comunicado é o primeiro da guerrilha depois da "Operação Xeque" que pôs em liberdade a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, três americanos e 11 soldados e policiais, no último dia 2 de julho.

Breve histórico

O exército colombiano libertou, no dia 2 de julho, Ingrid Betancourt e mais 14 reféns das mãos das Farc (Forças Armadas Revoluicionárias da Colômbia).

Segundo informações dos militares, a operação "xeque", como foi chamada, foi deflagrada em inteiro sigilo pelo exército e governo colombiano, a ponto dos próprios reféns acreditarem que o helicóptero que estava na selva seria para transportá-los para outro cativeiro, e não para a liberdade. Os reféns só souberam que seriam libertados quando soldados prenderam os integrantes das Farc e anunciaram que eram do exército da Colômbia.

Essa versão chegou a ser questionada por uma rádio suiça, que afirmou que França e Colômbia fizeram um acordo com as Farc e acertaram o pagamento de US$ 20 milhões para a libertação dos reféns.

A informação foi desmentida por autoridades francesas e colombianas que reafirmaram que a operação foi fruto de investigação e inteligência do exército do país. 

Entenda

Saiba mais sobre Ingrid

O Resgate

Imagens

Repercussão

Opinião

Leia também:


    Leia tudo sobre: farc

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG