Roma, 1 abr (EFE).- As duas pessoas seqüestradas hoje no sul da Somália não são trabalhadores humanitários da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), mas funcionários de um empresa de cartografia com base na Índia que trabalha para a agência.

O porta-voz da FAO Erwin Northoff confirmou à Agência Efe o seqüestro dos dois trabalhadores, um de nacionalidade britânica e outro queniana.

Um grupo de homens armados seqüestrou os dois enquanto viajavam de carro, perto da localidade de Buale.

Ambos são empregados da empresa Genesys International, sociedade com base na cidade indiana de Bangalore, acrescentou Northoff.

A Genesys trabalha na Somália contratada pela FAO, para a qual realiza tomadas aéreas para fazer mapas detalhados das zonas afetadas pelas recentes inundações na Somália, acrescentou. EFE cr/an

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