Família Obama se adapta à Casa Branca

Washington, 22 jan (EFE).- A família do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, começou a se adaptar à sua nova residência, a Casa Branca, embora, na primeira noite, o novo chefe de Estado tenha pedido indicações para onde ir.

EFE |

"É uma casa muito grande", disse hoje o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, ao revelar que Obama "teve que perguntar a alguém por onde tinha que ir" assim que chegou à residência oficial após a maratona de bailes que enfrentou no dia de sua posse.

No entanto, já na quarta-feira, em seu primeiro dia de trabalho, o presidente já "parecia muito à vontade em seu novo ambiente", e tanto ele como sua mulher, Michelle, e suas filhas, Malia e Sasha, se adaptam normalmente à sua nova residência, a quarta em 20 dias, disse o porta-voz.

Os Obama deixaram sua casa de Chicago no começo do mês para que Malia e Sasha pudessem começar a escola.

Em sua chegada a Washington, a família se hospedou em um hotel, e, cinco dias antes da posse, se mudou para a residência de convidados da Casa Branca.

Obama tem gostado da proximidade entre os apostentos privativos e os escritórios da Casa Branca.

Ontem, ele pôde aproveitar um momento de folga entre dois atos oficiais para subir aos quartos privativos e jantar com a família, algo que "evidentemente lhe importa muito como pai", disse Gibbs.

Malia, de 10 anos, e Sasha, de 7, também parecem adaptar-se sem problemas à nova vida.

Na noite da posse, enquanto Obama e Michelle estavam nos biles, as meninas ficaram acordadas até tarde com os filhos de alguns altos funcionários, com os quais participaram de uma gincana que tinha como prêmio o grupo musical favorito delas: os Jonas Brothers.

Já na quarta-feira, as meninas puderam matar aula. Mas hoje tiveram que ir à escola.

Gibbs disse que Malia e Sasha "mantêm uma rotina diária" que as manteve afastadas da animação da campanha eleitoral e que continua agora com o novo expediente do pai.

"Isto é um testemunho monumental a Michelle", declarou o porta-voz.

"Todos seguem sendo as mesmas quatro pessoas que conheci quando comecei a trabalhar" para Obama, embora, evidentemente, "agora sejam um pouco diferente", destacou o porta-voz. EFE mv/sc

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