Família não participou do assassinato de modelo mirim americana

Washington (EUA.), 9 jul (EFE).

EFE |

- Novas provas de DNA eximiram de culpa a família Ramsey, que era suspeita do assassinato da modelo JonBenet Ramsey, de seis anos, estrangulada em sua casa no Colorado em 1996, informaram hoje as autoridades americanas.

Mary Lacy, promotor do distrito do condado de Boulder, disse hoje que as provas apontam para uma "terceira pessoa não identificada" e que os advogados não consideraram suspeito nenhum membro da família.

Desta forma, foi esclarecida a situação que durante anos envolveu John e Patsy Ramsey, pais da menina, e Burke, irmão mais velho de JonBenet que, segundo a Polícia, foram considerados suspeitos por mais de uma década.

As investigações apontam que no final de 1996, a mãe, Patsy Ramsey, que morreu de câncer em junho de 2006, ligou para a Polícia denunciando que sua filha havia sido seqüestrada.

Quando os policiais chegaram à mansão dos Ramsey, receberam um bilhete anônimo que havia sido deixado na escada da casa e que alertava sobre o seqüestro. Porém, nesse mesmo dia a criança foi encontrada por seu pai no porão da própria residência. EFE mg/rr

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