Ex-premier tailandês diz que não recorrerá de sentença de prisão

Bangcoc, 18 nov (EFE).- O ex-primeiro-ministro tailandês Thaksin Shinawatra, deposto em 2006, não recorrerá da pena de dois anos de prisão ditada pela Corte Suprema após ser considerado culpado de um delito de abuso de poder, anunciou hoje seu advogado.

EFE |

O advogado Khamnuan Chalopatham disse à imprensa em Bangcoc que Shinawatra quer explicar pessoalmente suas razões e fará isso por telefone durante o comício que seus seguidores organizaram para o próximo dia 14 de dezembro.

O ex-premier tinha recebido do Tribunal Supremo um prazo de 30 dias, que termina amanhã, para recorrer da sentença.

Em junho de 2007, a promotoria do Estado acusou Shinawatra e sua então esposa, Pojaman, da compra fraudulenta em 2003 de um terreno público no norte de Bangcoc.

A Promotoria alegou que Pojaman se aproveitou do cargo de seu marido, então primeiro-ministro, para ter vantagem em leilões públicos.

O multimilionário Shinawatra, antigo dono do time de futebol britânico Manchester City, deixou a Tailândia em agosto passado antes de sua detenção ter sido ordenada.

O ex-primeiro-ministro fugiu para o Reino Unido, onde viveu até o início deste mês, quando as autoridades britânicas revogaram seu visto. EFE grc/rr

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG