Ex-premiê de Israel é indiciado por nova acusação de corrupção

Ehud Olmert, que já responde a três processos, é acusado de receber propina quando era prefeito de Jerusalém

iG São Paulo |

AP
O ex-premiê israelense Ehud Olmert, em foto de 2009
O ex-primeiro-ministro israelense foi indiciado nesta quinta-feira por corrupção por suposto envolvimento em um escândalo imobiliário quando era prefeito de Jerusalém, na década de 1990.

Atendendo a um pedido do procurador do Estado, um tribunal de Tel Aviv acusou o governo de Olmert de receber propina para facilitar acordos imobiliários para a construção de um complexo residencial de luxo em Jerusalém, chamado Holyland.

Outras 12 pessoas foram indiciadas, incluindo a ex-diretora de gabinete de Olmert Shula Zaken e seu sucessor no município, Uri Lupolianski.

Olmert, 65 anos, é julgado por outros três casos de corrupção – acusações que ele nega, mas que o forçaram a renunciar ao cargo de primeiro-ministro em 2009, três anos após a posse.

O primeiro caso é um escândalo de transferência ilegal de fundos por parte de Morris Talansky, empresário judeu americano.

O segundo caso, conhecido como "Rishontours", diz respeito a passagens de avião das quais Olmert obteve reembolso várias vezes em benefício próprio e de integrantes de sua família.

O terceiro caso é o da nomeação de amigos a cargos no Centro de Investimentos, um organismo oficial.

As três acusações fazem referência aos períodos em que Olmert era prefeito de Jerusalém (1993-2003) e depois ministro da Indústria e Comércio (2003-2006).

Com EFE e AP

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