Explosões deixam 3 feridos em Sófia

(acrescenta mais dados) Sófia, 3 jul (EFE).- Uma série de explosões foi registrada hoje em armazéns militares no subúrbio de Chelopechene, nos arredores da capital búlgara, deixando três pessoas feridas e causando muitos danos materiais, informaram as autoridades locais.

EFE |

Dois dos feridos já receberam alta médica, enquanto um terceiro segue hospitalizado, porém fora de perigo, segundo informaram à Agência Efe fontes do centro médico.

Cerca de 200 pessoas foram evacuadas de áreas próximas ao local do incidente.

O Ministério do Interior da Bulgária informou à Agência Efe que as explosões ocorreram em uma oficina de munição do Ministério da Defesa, e a Defesa Civil detectou um aumento nos níveis de dióxido de carbono no ar da região leste de Sófia.

O aeroporto internacional da capital búlgara permaneceu fechado pelo menos até as 14h30 (8h30 de Brasília) e todos os vôos foram desviados para o aeroporto na cidade de Plovdiv, no centro do país, acrescentaram as fontes.

A primeira explosão aconteceu às 6h30 (0h30 de Brasília) e fez com que as janelas de várias casas quebrassem, e provocou uma densa fumaça negra com um forte cheiro de pólvora.

Várias ambulâncias, policiais, bombeiros, membros da Defesa Civil e do Ministério da Defesa foram ao local da explosão, cuja causa ainda não foi esclarecida pelas autoridades.

Nos armazéns do quartel de Chelopechene, de onde horas mais tarde era possível ouvir explosões, havia no momento de incidente cerca de 2.500 toneladas de munição convencionais previstas para ser desmanteladas, informaram à Efe fontes militares.

Além disso, houve 15 toneladas de TNT que corriam grave risco de explodir e causar devastação em uma área de pelo menos 8 quilômetros de perímetro, mas o armazém pegou fogo sem provocar a detonação da carga explosiva, disse o ministro da Defesa búlgaro, Nikolay Tsonev.

As autoridades locais disseram que o nível de poeira registrado hoje em Sófia está sete vezes acima do normal após as explosões, mas o ministro do Meio Ambiente búlgaro, Dzhevdet Chakarov, disse, em entrevista coletiva, que "estão ligeiramente elevados os níveis de óxido de nitrogênio mas em marcos admissíveis". EFE vp/rr

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