Ex-gerente da petrolífera Yukos é condenado a 14 anos de prisão

Moscou, 26 dez (EFE).- Um ex-gerente da falida petrolífera privada Yukos foi condenado hoje a 14 anos de prisão sob acusação de roubar da companhia dinheiro destinado para atividades de caridade.

EFE |

O tribunal do distrito de Taganski de Moscou considerou Alexei Kurtsin, outrora intendente adjunto da filial Yukos-Moscou, culpado do roubo à companhia e de lavagem de 74 milhões de rublos (US$ 2,6 milhões).

A corte emitiu o veredicto levando em conta outra decisão anterior pela qual Kurtsin, em 1º de dezembro de 2005, foi condenado a 14 anos de prisão por roubo e lavagem de outros 342 milhões de rublos, segundo a agência de notícias "Interfax".

Junto ao ex-gerente da Yukos foram condenados a penas de 12, 11 e seis anos de prisão três empresários privados acusados de ajudá-lo a desviar e lavar dinheiro.

Segundo a promotoria, Kurtsin projetou e promoveu uma operação de desvio das somas destinadas à atividade caridosa da companhia junto ao vice-presidente da Yukos-Moscou, Mikhail Trushin, refugiado em Londres e reclamado pela Justiça russa.

Nenhum dos condenados hoje admitiu culpa, e Kurtsin afirmou que sempre respeitou a lei e cumpriu honestamente com suas obrigações profissionais, segundo o diário de negócios "Kommersant". EFE si/fr

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