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Exército reforça a segurança no Rio de Janeiro diante visita de Medvedev

Rio de Janeiro, 23 nov (EFE).- Tropas do Exército brasileiro começaram a reforçar hoje a segurança no Rio de Janeiro diante da visita do presidente russo, Dmitri Medvedev, que entre terça e quarta-feira fará na cidade uma visita oficial.

EFE |

Os soldados, cujo número não foi divulgado, começaram a se instalar, principalmente, nos arredores de Copacabana, onde o presidente russo ficará hospedado durante sua visita à cidade.

Ainda não foi divulgada a agenda oficial de Medvedev, fontes oficiais disseram à Agência Efe que deve chegar na segunda-feira à noite, mas suas atividades oficiais começarão na terça-feira, quando terá um primeiro encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Medvedev chegará ao Rio de Janeiro após sua participação na Cúpula de Líderes do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), que termina hoje, em Lima, e depois deve seguir à Venezuela e Cuba, as outras duas escalas de sua viagem latino-americana.

Fontes oficiais consultadas pela Efe anteciparam que, durante a visita de Medvedev, está previsto que Brasil e Rússia assinem acordos bilaterais nos setores de tecnologia, propriedade intelectual e informação, e renovem convênios de cooperação nas áreas nuclear e militar.

No âmbito da defesa, existem expectativas do lado russo em relação a um projeto de modernização das Forças Armadas estudado pelo Governo brasileiro.

Esses planos incluirão a compra de aviões de combate e outros equipamentos militares, e despertaram o interesse da Rússia, um dos maiores fabricantes de armamento do mundo, que nos últimos anos aumentou suas vendas a vários países da América Latina e gerou, assim, ressentimento nos Estados Unidos.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, antecipou esta semana que o Brasil está interessado na aquisição de material de defesa, mas se houver garantia da transferência de tecnologia, que parece ser um dos empecilhos nas negociações com a Rússia.

Amorim disse que a cooperação militar estará na agenda de Lula e de Medvedev, mas esclareceu que "o Brasil não comprará equipamentos militares sem transferência de tecnologia, porque toda compra (nesse âmbito) faz parte de uma política de desenvolvimento industrial e tecnológico nacional". EFE ed/an

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