Exército do Iêmen reforça posições para encontrar colombianos seqüestrados

Sana, 20 set (EFE) - O Exército e a Polícia do Iêmen reforçaram suas posições na zona onde se acredita que estejam seqüestrados desde sexta-feira dois engenheiros colombianos, embora continuem negociando com os seqüestradores, informaram hoje fontes oficiais. Os engenheiros Héctor Marín e Rafael Ayala foram seqüestrados na sexta-feira por membros de uma tribo do centro do Iêmen e levados a uma zona montanhosa da província de Abya. Também foram capturados o intérprete e o motorista que estavam com eles, ambos iemenitas. Fontes das autoridades locais que preferiram permanecer anônimas disseram à Agência Efe que o esconderijo onde os seqüestradores e reféns estão já foi localizado e que a área está cercada. Os seqüestradores pertencem à tribo de Al Bakazim. Líderes desse grupo étnico fizeram a mediação nas últimas horas para conseguir a libertação dos quatro reféns, mas as conversas chegaram a um beco sem saída nesta madrugada.

EFE |

No entanto, os canais de mediação ainda se mantêm abertos, acrescentaram as fontes.

Em troca de soltar os quatro reféns, os seqüestradores exigem a libertação de um dos integrantes de sua tribo que foi detido, e também compensações econômicas pelos danos em seus imóveis e em um veículo durante uma operação policial.

Das gestões de mediação participam um oficial do Exército iemenita e um responsável dos serviços de inteligência, disseram as fontes.

Os dois colombianos trabalham para uma empresa de construção chamada Amex DB Hook. Inicialmente, moradores da região disseram que a companhia foi contratada pela firma petrolífera francesa Total, mas esse dado não pôde ser confirmado oficialmente. EFE ja/db

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