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Exército brasileiro confirma morte de 14 militares no Haiti

BRASÍLIA - O forte terremoto que atingiu o Haiti na terça-feira matou ao menos 14 militares brasileiros que servem na força de paz da ONU no país caribenho, informou o Exército nesta quinta-feira. A http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/13/zilda+arns+morre+em+terremoto+no+haiti+9274211.html target=_topmédica sanitarista Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, também morreu após ser soterrada durante o tremor.

iG São Paulo |

O Exército brasileiro informou ainda que quatro militares seguem desaparecidos. O diplomata brasileiro Luiz Carlos da Costa, funcionário da ONU e segundo civil mais importante na hierarquia da Minustah, como é chamado a missão de paz da entidade, continua desaparecido.

Veja abaixo a lista de militares brasileiros mortos no Haiti:

Dez destes militares são do 5º Batalhão de Infantaria Leve, com sede na cidade de Lorena. Dois são de um batalhão sediado em São Vicente, um, de Lins e outro de Brasília.

Outros quatro militares brasileiros continuam desaparecidos e outros 22 estão feridos. Não há informações sobre o número total de mortos, mas o presidente haitiano, René Préval, disse que a cifra pode chegar a 50 mil após o pior terremoto que atingiu o Haiti em mais de 200 anos.

O Brasil chefia a Minustah (Missão de paz da ONU no Haiti), que conta com cerca de sete mil integrantes. Segundo o Ministério da Defesa, 1.266 militares brasileiros servem na força.

Ajuda começa chegar ao país

Os primeiros aviões já começaram a chegar ao aeroporto de Porto Príncipe, capital do Haiti, com ajuda humanitária e equipes de resgate para auxiliar as vítimas do terremoto de 7 graus na escala Richter que devastou a cidade na terça-feira.

Equipes de outros países como Brasil, Grã-Bretanha, França, Dinamarca, Cuba, México, entre outros, devem chegar à capital nas próximas horas.

Muitos haitianos estão passando a segunda noite sem abrigo nas ruas da cidade, algumas com receio de voltar para as casas atingidas pelo terremoto. Testemunhas afirmam que muitos tentavam escavar os escombros com as mãos ou com ferramentas simples para tentar encontrar vítimas que possam estar soterradas.

Segundo a Cruz Vermelha Internacional, até 3 milhões de pessoas podem ter sido afetadas pelo maior terremoto a atingir o país em dois séculos.

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