Boiko Borisov, ex-bombeiro e guarda-costas, assumiu nesta segunda-feira como primeiro-ministro de um governo minoritário de centro-direita da Bulgária, um país que, segundo seu novo ministro das Finanács, poderá sofrer neste segundo semestre o pior momento da crise econômica.

O até agora prefeito de Sofia, que nas legislativas de 5 de julho tirou do poder os socialistas (ex-comunistas), afirmou sua "vontade política de limitar a corrupção em todos os níveis e cortar o vínculo entre o crime organizado e o poder".

Borisov, que foi guarda-costas do ex-ditador comunista Todor Jivkov antes de prestar os mesmos serviços ao ex-rei Simeão II, se negou a formar uma coalizão de governo para continuar fiel ao voto dos eleitores, que deram a seu partido, o GERB, 116 das 240 cadeiras no Parlamento.

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