Exames descartam que bebê tenha morrido pela gripe em N.York

Nova York, 20 mai (EFE).- As autoridades de saúde de Nova York informaram hoje que a recente morte de um bebê hispânico não foi causada pela gripe suína, enquanto três escolas nova-iorquinas passaram a fazer parte do conjunto de colégios que fecharam nos últimos dias devido ao alto número de alunos com sintomas da doença.

EFE |

Em comunicado, o departamento municipal de Saúde explicou que a análise das amostras nasais feitas com o bebê que morreu na segunda em um hospital nova-iorquino "não indicam infecção de H1N1".

No entanto, foram enviadas ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) amostras de tecido obtidas durante a autópsia feita no bebê Jonathan Zamora, de 16 meses.

Para fazer mais análises que ajudem a determinar as causas da morte, os cientistas preveem que os resultados serão divulgados no final da semana.

Os pais do bebê, de origem mexicana, afirmaram que a criança apresentava febre na segunda-feira à noite, e, por isso, a mãe, Gloria Castillo, o levou à emergência de um hospital em Queens, onde morreu pouco depois.

As autoridades também decidiram suspender por alguns dias a atividade em outras escolas públicas, à medida em que se detecta um nível incomum de faltas ou um alto número de casos de alunos com sintomas da gripe.

Por enquanto, chegam a 26 as escolas públicas e particulares que interromperam suas atividades.

O departamento de Saúde reiterou que continuam sendo detectados casos da gripe em muitas partes da cidade de Nova York.

As autoridades nova-iorquinas também estudam a situação no centro de detenção de Rikers Island, situado no Bronx, onde quatro casos da gripe foram confirmados.

Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados. EFE vm/db

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