O presidente boliviano, Evo Morales, nacionalizou neste sábado, Dia do Trabalhador, cinco empresas de eletricidade, dirigidas por consórcios privados da França, Grã-Bretanha, Espanha e Bolívia, informou o presidente da estatal Empresa Nacional de Eletrificação (ENDE), Roberto Peredo." /

O presidente boliviano, Evo Morales, nacionalizou neste sábado, Dia do Trabalhador, cinco empresas de eletricidade, dirigidas por consórcios privados da França, Grã-Bretanha, Espanha e Bolívia, informou o presidente da estatal Empresa Nacional de Eletrificação (ENDE), Roberto Peredo." /

Evo Morales nacionaliza empresas de eletricidade na Bolívia

O presidente boliviano, Evo Morales, nacionalizou neste sábado, Dia do Trabalhador, cinco empresas de eletricidade, dirigidas por consórcios privados da França, Grã-Bretanha, Espanha e Bolívia, informou o presidente da estatal Empresa Nacional de Eletrificação (ENDE), Roberto Peredo.

AFP |

O presidente boliviano, Evo Morales, nacionalizou neste sábado, Dia do Trabalhador, cinco empresas de eletricidade, dirigidas por consórcios privados da França, Grã-Bretanha, Espanha e Bolívia, informou o presidente da estatal Empresa Nacional de Eletrificação (ENDE), Roberto Peredo.

Explicou que as empresas nacionalizadas são a Corani, controlada pelo Inversiones Econergy Bolivia SA (subsidiária da francesa GDF Suez), Guaracachi, nas mãos da britânica Ruelec PLC, e Valle Hermoso, controlada pelo consórcio boliviano Bolivian Generating Group.

Também foram nacionalizadas a Transportadora de Eletricidade (TDE), que forma parte da Rede Elétrica Internacional (companhia filial do Grupo Rede Elétrica da Espanha) e a Empresa de Luz e Força Elétrica de Cochabamba, propriedade do sindicato de trabalhadores.

"Estivemos toda a manhã neste processo de recuperação, conquistamos as centrais térmicas de Guaracachi, Valle Hermoso, Carrasco, além de outras pequenas, e não poderia ser de outra maneira em Corani", afirmou Peredo, durante uma cerimônia pública realizada na central elétrica de Corani, na região de Cochabamba.

O governo boliviano anunciou que pagará aos capitalistas privados estrangeiros sua participação acionária, deduzida dos passivos e outras cotas contábeis.

Peredo, que tomará o controle administrativo de toda a rede de geração e distribuição de eletricidade, disse que "esta é uma das maiores conquistas da revolução cultural", como é chamado o processo político boliviano.

Lembrou que, em meados da década de 90, a Empresa Nacional de Eletrificação (ENDE) foi privatizada, "desmembrada e vendida pelo capital neoliberal a preço de 'galinha morta'".

jac/ma

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG