Eurocâmara rejeita estender a toda a UE o direito ao voto dos imigrantes

Bruxelas, 25 set (EFE).- O Parlamento Europeu rejeitou hoje apresentar uma proposta para estender o direito dos imigrantes de longa duração a votar nas eleições européias e locais, uma iniciativa defendida por vários grupos políticos.

EFE |

O plenário da Eurocâmara aprovou uma emenda do eurodeputado alemão Manfred Weber (Partido Popular Europeu) para eliminar este pedido do relatório sobre os avanços na área de Liberdade, Segurança e Justiça, examinada hoje pelos eurodeputados.

"Não somos contra esta sugestão, mas achamos que depende de cada Estado-membro", disse Weber, que considerou que, por isso, "não é necessária uma proposta em escala européia".

O parágrafo rejeitado defendia impulsionar em toda a UE o direito dos moradores de longa duração a votar nas eleições européias e locais, com o argumento que isso "poderia contribuir para a integração social, cultural e política dos migrantes".

Em outros aspectos, a resolução aprovada pelo plenário com 488 votos a favor, 88 contra e 19 abstenções reivindica uma "cooperação estruturada" entre a agência européia de controle de fronteiras Frontex e o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur).

Os eurodeputados também pedem à Comissão Européia e aos Estados-membros um reforço da informação sobre os acordos que a Frontex firma com outros e sobre as operações conjuntas. EFE mvs/an

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