EUA vigiam de perto situação em Honduras

Washington, 29 jun (EFE).- A crise de Honduras, tradicionalmente um parceiro estratégico e militar dos Estados Unidos, se transformou em uma prova de fogo para a política externa do Governo de Barack Obama, que nos últimos dias fez gestões, sem sucesso, para frear o golpe militar.

EFE |

O presidente americano se reúne hoje pela primeira vez na Casa Branca com seu colega colombiano, Álvaro Uribe, e espera-se que a crise de Honduras ocupe um papel destacado nas conversas entre os dois presidentes.

Em comunicado, Obama reconheceu ontem sua preocupação pelo golpe militar e pediu "respeito às normas democráticas", e a resolução das disputas através de um "diálogo livre de interferência exterior".

Por sua vez, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que a ação contra Zelaya, "viola os preceitos da Carta Democrática Interamericana e deve ser condenada por todos".

Fontes norte-americanas expressaram que o Exército hondurenho, que tradicionalmente manteve laços estreitos com os EUA, cortou o contato com a diplomacia do país após o golpe.

Os EUA mantêm deslocado um destacamento militar em Honduras, a cerca de 80 quilômetros de Tegucigalpa, que se ocupa de treinar o exercito hondurenho, assim como de prestar assistência em operações contra o narcotráfico, operações de procura e resgate, e ajuda em desastres naturais na América Central. EFE pgp/ma

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