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EUA vão analisar militarização de fronteira com México

WASHINGTON - A secretária de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Janet Napolitano, disse hoje à Agência Efe que o envio da Guarda Nacional à fronteira do sul do país dependerá da situação na região.

EFE |

Além disso, Napolitano afirmou que os EUA preparam um "plano de contingência" para o caso de - na pior das hipóteses - a violência gerar uma "emigração em massa do México".

A solicitação para o envio de mil soldados da Guarda Nacional à fronteira "está sob consideração ativa no Departamento de Defesa, e dependerá de vários fatores", disse a secretária à Efe.

"É uma decisão que deve ser tomada com muito cuidado porque, como já disse o presidente (Barack) Obama, não queremos militarizar a fronteira. Queremos liderar (a luta antidrogas) com autoridades civis e é o que estamos fazendo", precisou.

O governador do Texas, o republicano Rick Perry, pediu a presença da Guarda Nacional na fronteira entre EUA e México, para que sirva de elemento dissuasório aos narcotraficantes.

Napolitano se reunirá amanhã com Perry para analisar os detalhes de como e onde aconteceria esse desdobramento.

Sob a Presidência de George W. Bush e com o sinal verde dos estados fronteiriços da Califórnia, Arizona, Novo México e Texas, o Governo desdobrou até seis mil membros da Guarda Nacional no sudoeste entre 2006 e 2008.

Esta "militarização" da fronteira causou a repulsa de grupos a favor dos imigrantes, mas a Guarda Nacional não recebeu autorização para deter imigrantes ilegais. EFE mp/mh

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