EUA tiram funcionários não essenciais de Madagascar

WASHINGTON (Reuters) - O Departamento de Estado norte-americano determinou que o pessoal não essencial e todos os parentes de funcionários da embaixada em Madagascar deixem o país por causa dos distúrbios políticos. Em um alerta emitido na noite de terça-feira, o departamento disse também que cidadãos dos EUA correm riscos na ilha africana, e por isso viagens para lá devem ser evitadas.

Reuters |

"Embora cidadãos norte-americanos não tenham sido alvo até agora, o Departamento de Estado ordenou a partida do pessoal não emergencial e dos parentes (de funcionários) da embaixada dos EUA em Antananarivo, devido à atual inquietação e às preocupações de segurança", disse a nota.

O texto afirma ainda que cidadãos dos EUA que já estejam em Madagascar devem considerar os riscos de permanecer e "manter um alto nível de vigilância e discrição".

A pior crise dos últimos anos em Madagascar matou pelo menos 135 pessoas, afetou gravemente o setor turístico, que movimenta 390 milhões de dólares por ano, e preocupa multinacionais que têm investimentos em mineração e petróleo no país do oceano Índico.

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