EUA renovam sanções contra a Coreia do Norte

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, renovou nesta quarta-feira sanções contra a Coreia do Norte, declarando que o programa nuclear norte-coreano é um risco para a segurança norte-americana e um perigo para a península coreana. O regime comunista da Coreia do Norte tem recusado os esforços norte-americanos por um diálogo diplomático. Um teste nuclear norte-coreano em maio foi internacionalmente condenado e levou o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas a aprovar sanções mais duras contra o país.

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"A existência de material nuclear na península coreana constitui uma ameaça extraordinária à segurança nacional e à política exterior dos Estados", disse Obama numa nota ao Congresso.

As sanções da ONU proíbem as exportações de armas pela Coreia do Norte e a maior parte das importações. Países membros da ONU estão autorizados a fazer inspeções e destruir produtos cujo fluxo viola as sanções.

Obama afirmou que os militares norte-americanos estão preparados para a possibilidade de a Coreia do Norte lançar um míssil contra o Havaí.

A decisão do presidente de renovar as restrições dos Estados Unidos contra os norte-coreanos era esperada e ocorre depois de uma reunião na semana passada com o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, na Casa Branca.

Obama prometeu terminar com o ciclo que permitia que a empobrecida Coreia do Norte criasse uma crise nuclear, para depois só recuar ao garantir concessões em forma de comida, petróleo e outros incentivos.

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