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EUA reiteram que tentativas de Zelaya de entrar em Honduras não ajudam

Washington, 27 jul (EFE).- Os Estados Unidos reiteraram hoje que as tentativas do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, de entrar em seu país sem um acordo prévio com o Governo de Roberto Micheletti não ajudam o processo de negociações.

EFE |

A secretária de Estado, Hillary Clinton, qualificou na sexta-feira de "imprudente" as ações tomadas por Zelaya para retornar durante o fim de semana a seu país, o que não agradou o líder deposto.

Zelaya questionou, este fim de semana, a resposta de Washington à crise em Honduras e pediu ao Executivo do presidente Barack Obama que enfrente "com força" o novo Governo, através de sanções econômicas e de outro tipo contra pessoas que, segundo ele, participaram do golpe militar.

"Seguimos pedindo ao presidente Zelaya que permita que o processo político prospere (...) e a todas as partes que se abstenham de ações que não contribuem para avançar. Consideramos que esta tentativa de entrar em Honduras sem nenhum tipo de acordo político entre as duas partes não ajuda em nada", afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Ian Kelly, em sua entrevista coletiva diária.

"O que aconteceu na sexta-feira, quando (Zelaya) foi até a fronteira e inclusive a atravessou, foi definido pela secretária de Estado de maneira certa como imprudente", acrescentou Kelly, que voltou a pedir que ambas as partes se centrem em buscar uma solução pacífica ao conflito em Honduras e pediu que prazos artificiais não sejam marcados.

O porta-voz insistiu, além disso, que a postura dos EUA não mudou e que o Governo continua defendendo a restauração da ordem democrática, o que inclui o retorno do presidente democraticamente eleito, Zelaya. EFE cai/pd

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