EUA negam relação entre crime organizado e preço do petróleo

WASHINGTON (Reuters) - É improvável que o crime organizado globalizado esteja pressionando o preço do petróleo, disse uma alta funcionária do Departamento de Justiça dos EUA na sexta-feira, apesar de Washington afirmar que esses grupos têm uma forte presença no mercado mundial de energia. Não acho que se possa vincular os dois diretamente, disse Alice Fisher, chefe da divisão criminal do Departamento, em entrevista.

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Mas ela afirmou que a riqueza dessas quadrilhas e seu envolvimento no mercado financeiro global ameaçam a estabilidade e a transparência dos mercados.

Na quarta-feira, os EUA divulgaram sua nova estratégia contra o crime organizado, que se baseia numa avaliação de risco ainda sigilosa segundo a qual as quadrilhas controlam 'posições significativas' no setor energético e em mercados de materiais estratégicos, inclusive nos EUA.

(Por Randall Mikkelsen)

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