EUA não comentam suposto veto a Caroline Kennedy como embaixadora no Vaticano

Washington, 15 abr (EFE).- O Departamento de Estado dos Estados Unidos não quis comentar hoje o suposto veto do Vaticano a Caroline Kennedy, filha do falecido presidente John F.

EFE |

Kennedy, como possível embaixadora na Santa Sé.

Esta informação foi publicada ontem pelo jornal italiano "Il Giornale", segundo o qual o Vaticano vetou pelo menos três candidatos a embaixador dos EUA, entre eles Caroline Kennedy.

Segundo o "Il Giornale" nenhuma das três candidaturas foi apresentada oficialmente, mas o Vaticano já desprezou os nomes cogitados porque eles mantêm posturas favoráveis ao aborto.

Em declarações à Agência Efe, um porta-voz do Departamento de Estado, Darby Holladay, assinalou que a agência encarregada das relações exteriores dos EUA "não tem nenhum comentário ou reação" a fazer sobre esta informação, apesar de reconhecer que havia lido as notícias a respeito.

O porta-voz destacou que a Casa Branca é a entidade encarregada pelas nomeações, mas a sede do Governo americano não atendeu, até agora, o pedido da Efe de comentar o suposto veto a Caroline.

Além da filha de John F. Kennedy, o Vaticano rejeitou Douglas Kmiec, um democrata católico que trabalhou para o presidente Barack Obama, e que publicou um livro sobre política e religião.

O "Il Giornale" sustenta que a escolha do próximo embaixador americano na Santa Sé está criando um problema em relação à cúpula do Grupo dos Oito (G8, que reúne as sete principais economias do mundo e a Rússia), que acontecerá em julho, na Sardenha, e durante a qual Obama prevê se reunir com o papa Bento XVI.

O jornal afirma que, se nenhum embaixador ocupar este cargo até lá, o encontro pode ser cancelado. EFE cai/jp

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