EUA lamentam morte de prisioneiro político cubano

WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos disseram nesta quinta-feira que lamentam profundamente a morte do prisioneiro político cubano nesta semana depois de uma greve de fome de 85 dias para exigir melhores condições na detenção. Orlando Zapata Tamayo, 42 anos, morreu na terça-feira num hospital de Havana onde estava recebendo soro intravenoso na tentativa de mantê-lo vivo, segundo a Comissão Cubana de Direitos Humanos.

Reuters |

"O governo dos Estados Unidos lamenta profundamente a morte de Orlando Zapata Tamayo e enviamos nossas condolências a sua família e também reiteramos nossa forte objeção às ações do governo cubano", disse a secretária de Estado, Hillary Clinton, a legisladores, dizendo que ele foi preso por dizer o que pensava.

"O governo dos Estados Unidos solicitou repetidamente que ele recebesse assistência médica e infelizmente ele pagou por sua coragem e seu compromisso com a vida", disse ela.

Hillary Clinton acrescentou que esperava que a pressão dos EUA sobre o governo cubano levasse a uma libertação de todos os prisioneiros políticos cubanos.

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