EUA esperam que países latino-americanos apóiem Uribe na luta contra as Farc

Bogotá, 3 jul (EFE).- O subsecretário de Estado americano para a América Latina, Thomas Shannon, disse hoje que é um dever de todos os Estados da região apoiar a política de segurança do presidente Álvaro Uribe e exigiu que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) libertem os outros reféns.

EFE |

Em diálogo em Washington com várias emissoras de rádio colombianas, o funcionário confirmou que seu país continuará apoiando o Governo de Uribe, porque ainda "há muito trabalho a fazer não só em termos das Farc, mas em construir uma economia que realmente possa dar prosperidade a todos os colombianos".

Afirmou que "a política de segurança está funcionando" e que "é um dever de todos os Estados na região apoiar a segurança de um Estado democrático como a Colômbia".

"É nossa esperança que, com este golpe, os países reconheçam que o Governo do presidente Uribe deve ser apoiado nesta luta contra as Farc", disse.

Além disso, Shannon exigiu que as Farc libertem todos os seqüestrados que ainda têm em seu poder, se comprometer à reintegração à sociedade e "buscar uma via pacífica de terminar este tipo de luta".

O subsecretário elogiou o trabalho das Forças Militares colombianas por seu "valor e coragem".

A maneira em que militares foram infiltrados entre os rebeldes indica que estão "confiantes, e a capacidade de entrar e manipular as Farc nesta operação é de um impacto enorme para a Colômbia", disse.

A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, felicitou ontem o Governo da Colômbia pelo resgate de 15 reféns, incluindo três americanos e Ingrid Betancourt, e pediu que as Farc libertem os outros seqüestrados. EFE fer/an

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