EUA enviam mais ajuda financeira e reforçam presença na Geórgia

Washington, 28 ago (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, George W.

EFE |

Bush, aprovou hoje a concessão de US$ 5,75 milhões para ajudar à Geórgia e reforçou a presença americana na região com o envio de dois navios e vários aviões com ajuda humanitária.

A Casa Branca informou que o presidente Bush aprovou esta verba, a partir do Fundo de Assistência de Emergência aos Refugiados e Deslocados, para ajudar aos mais de 100 mil georgianos que tiveram que abandonar suas residências pelo conflito armado com a Rússia envolvendo a região separatista da Ossétia do Sul.

Os EUA também estão reforçando sua presença na zona com operações iniciadas por suas Forças Armadas para distribuir comida, água, camas, remédios e produtos de primeira necessidade.

Desde que começou com a operação de socorro em 13 de agosto, a Força Aérea americana fez 55 vôos na região e entregou 881 toneladas de ajuda.

Só esta semana, o Exército americano entregou 25 mil rações diárias e 31 mil pratos de comida preparada para os afetados pelo conflito.

"Estamos trabalhando com a República da Geórgia e com as organizações internacionais para salvar vidas e pôr os sistemas de primeira necessidade como parte de um esforço interinstitucional coordenado", disse Michael Ritchie, diretor do comando europeu dos EUA em um encontro com jornalistas.

Os EUA asseguraram que seguirão dando assistência logística ao Governo da Geórgia enquanto for necessário, sob a direção do departamento de Estado e da Agência para o Desenvolvimento Internacional, "para salvar vidas e aliviar o sofrimento humano durante esta crise humanitária".

O general do Exército dos Estados Unidos Bantz J. Craddock, chefe do comando conjunto europeu americano, visitou a Geórgia na semana passada para supervisionar as atividades de ajuda.

"Temos que fazê-lo bem para que possamos ajudar as pessoas rapidamente", disse durante sua visita.

"Queremos otimizar o esforço de ajuda humanitária e pôr o material necessário, no lugar correto e no momento adequado", ressaltou. EFE elv/rr

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