EUA enviam 4 navios e 1 avião de carga ao Haiti

Washington, 13 jan (EFE).- A Guarda Litorânea dos Estados Unidos enviou quatro navios e um avião de carga ao Haiti para oferecer ajuda humanitária após o terremoto que devastou o país caribenho na terça-feira, informou em comunicado.

EFE |

A Guarda Litorânea enviou um avião C-130 Hercules do Aeroporto de Clearwater na Flórida, e o navio Valiant, baseado no porto de Miami.

Além disso, enviou as embarcações Mohawk, com base em Key West (Flórida), o Forward e o Tahoma, ambos com base em Portsmouth (Virgínia).

"Outras unidades da Guarda Litorânea que patrulham a área estão em alerta sobre a situação para dar assistência conforme seja necessário", indicou o comunicado.

O Comando Unificado Sul, por sua vez, com sede na Flórida, indicou que mandará uma equipe de 30 pessoas ao Haiti "para apoiar os esforços de socorro americanos" após o terremoto desta terça-feira.

A equipe militar, que chegará hoje a bordo de dois aviões C-130 Hercules, inclui engenheiros, planejadores de operações e especialistas em comando, controle e comunicações.

O Comando Sul informou que "ao amanhecer de hoje um helicóptero da Guarda Litorânea evacuou quatro funcionários gravemente feridos da embaixada dos EUA para a Estação Naval de Guantánamo (Cuba) para tratamento médico".

Os Estados Unidos vão ajudar também o Haiti a reativar o funcionamento do aeroporto de Porto Príncipe, cuja torre de controle ficou danificada pelo terremoto, e que é fundamental para receber ajuda aérea de outros países.

Uma unidade de operações especiais da Força Aérea americana chegará hoje ao aeroporto internacional de Porto Príncipe para reativar "o terminal e o controle de tráfego aéreo" do aeroporto, acrescentou o Comando Sul.

Um avião P-3 Orion da Marinha de Guerra dos EUA partiu cedo hoje de Comalapa, em El Salvador, para fazer trabalhos de reconhecimento aéreo da região afetada pelo terremoto e o porta-aviões "Carl Vinson" está a caminho e deverá chegar às proximidades ao litoral haitiano na quinta-feira.

O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 11 militares do país, que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah), morreram em consequência do terremoto, enquanto pelo menos cinco militares ficaram feridos.

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no terremoto. EFE jab/sa

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