EUA e Coreia do Sul pensam em reduzir vigilância sobre Coreia do Norte

Seul, 18 jul (EFE).- O Comando de Forças Combinadas (CFC) da Coreia do Sul e dos Estados Unidos pretende reduzir o nível de vigilância sobre as operações norte-coreanas, devido à ausência de indícios de uma provocação militar por parte do regime comunista.

EFE |

Fontes militares citadas pela agência local de notícias "Yonhap" disseram hoje que as autoridades pensam em diminuir as condições de vigilância sobre a Coreia do Norte, situadas atualmente no segundo nível mais elevado.

Isso porque os últimos relatórios dos serviços de Inteligência sugerem que não há indícios de uma iminente ameaça a partir de Pyongyang.

O Comando de Forças Combinadas faz um acompanhamento exaustivo dos movimentos do regime comunista desde que elevou seu nível de alerta em maio deste ano.

Essa alteração ocorreu após uma escalada de tensão na península coreana, depois do segundo teste nuclear da Coreia do Norte, que foi seguido do lançamento de vários mísseis em direção ao Mar do Leste (Mar do Japão).

As forças militares conjuntas sul-coreanas e americanas contam com um sistema de cinco níveis de vigilância, dos quais o terceiro já implica um "acompanhamento atento", segundo a agência de notícias.

Segundo as fontes militares, os comandantes dos dois países começaram a estudar o plano para baixar o nível de vigilância, o que deve terminar na semana que vem, depois do retorno à Coreia do Sul do chefe das forças conjuntas, o general Walter Sharp.

As duas Coreias permanecem tecnicamente em guerra desde que o conflito armado que opôs os dois países entre 1950 e 1953 terminou com um armistício, em vez de com um acordo de paz. EFE ce/db

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