EUA dizem que seguirão vendendo armas a Taiwan

Secretário de Defesa dos Estados Unidos reafirmou que Washington vai manter sua política

EFE |

Cingapura - O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, reafirmou neste sábado que Washington vai manter sua política de venda de armas a Taiwan apesar da desaprovação da China. Gates participa da conferência asiática de segurança, em Cingapura, e afirmou que a decisão de Pequim de suspender as relações militares com os EUA não contribui para reforçar a estabilidade da Ásia.

"Isso deve ficar claro para todos: passados mais de 30 anos desde a normalização de relações, estas interrupções que afetam nossa relação militar com a China não vão mudar a política dos Estados Unidos rumo a Taiwan", disse Gates durante seu discurso.

Pequim suspendeu os contatos militares com os EUA depois que o presidente Barack Obama informou em janeiro passado ao Congresso o plano de vender armamentos no valor de US$ 6,4 bilhões a Taiwan. Em relação à Coreia do Norte, Gates disse que existe uma "responsabilidade coletiva" das nações da Ásia para encarar a ameaça à segurança do regime de Pyongyang.

No entanto, Gates preferiu não falar sobre as possíveis reações dos Estados Unidos após o afundamento do navio de guerra "Cheonan", atacado em março pela Coreia do Norte, em ataque que causou a morte de 46 marinheiros.

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