Obama encontra premiê do Iraque em Bagdá http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoeseua/2008/07/21/iraquianos_tem_duvidas_sobre_mudancas_prometidas_por_obama_1459180.html target=_topIraquianos têm dúvidas sobre mudanças prometidas por Obamahttp://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoeseua/2008/07/21/obama_encontra_premie_do_iraque_em_bagda_1459179.html" / Obama encontra premiê do Iraque em Bagdá http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoeseua/2008/07/21/iraquianos_tem_duvidas_sobre_mudancas_prometidas_por_obama_1459180.html target=_topIraquianos têm dúvidas sobre mudanças prometidas por Obamahttp://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoeseua/2008/07/21/obama_encontra_premie_do_iraque_em_bagda_1459179.html" /

EUA dizem que pacto de segurança com Iraque não sairá no prazo

WASHINGTON - Os Estados Unidos e o Iraque provavelmente não vão conseguir fazer um pacto de segurança de longo prazo até a data estipulada, 31 de julho. No entanto, negociações extensas estão sendo feitas para decidir o papel das forças norte-americanas depois do fim do ano, informou a Casa Branca na segunda-feira. http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoeseua/2008/07/21/obama_encontra_premie_do_iraque_em_bagda_1459179.html Obama encontra premiê do Iraque em Bagdá http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoeseua/2008/07/21/iraquianos_tem_duvidas_sobre_mudancas_prometidas_por_obama_1459180.html target=_topIraquianos têm dúvidas sobre mudanças prometidas por Obamahttp://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoeseua/2008/07/21/obama_encontra_premie_do_iraque_em_bagda_1459179.html

Redação com agências internacionais |

'Não acho que vamos conseguir finalizar este acordo até a próxima quinta-feira, estamos trabalhando nisso, mas pode levar mais alguns dias', disse a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino.

Ela disse que o acordo pode incluir uma 'data em que espera-se' que ocorra a transição das forças norte-americanas que estão no Iraque desde 2003.

Mas Perino disse que o pacto com o Iraque não vai delimitar datas específicas para níveis específicos de presença norte-americana no país.

O porta-voz do governo iraquiano, Ali al-Dabbagh, disse que o governo espera que as tropas estrangeiras deixem o país até o fim de 2010, caso a situação de segurança permita.

'Este acordo que estamos fazendo não é como os outros 40 ou 50 planos de debandada arbitrários que vimos muitos membros do Congresso apoiar nos últimos anos', disse Perino.

'Não sei qual o horizonte de tempo será, ao fim do acordo', disse ela.

Perino descreveu como o pacto será: 'Pode ser algo na seguinte linha: achamos que o Iraque poderá assumir a segurança de todas as suas províncias até esta data. Mas não sabemos como será, então não podemos incluir nada sobre número de soldados', completou a porta-voz.

Progressos "frágeis"

Mais de cinco anos depois da invasão do Iraque em 2003, cerca de 148.000 soldados americanos ainda estão presentes no país. As tropas norte-americanas, reforçadas por cerca de 30 mil homens em 2007, diminuíram nos últimos meses devido à retirada de cinco brigadas de combate de um total de 20.

O general americano David Petraeus, comandante das Forças Armadas no Iraque, deve começar em breve a avaliar a situação no terreno antes de decidir em setembro a manutenção ou a redução dos efetivos.

Nomeado no início de 2007, o general Petraeus supervisionou a estratégia de envio dos reforços ordenados pelo presidente George W. Bush no ano passado, e estimulou um envolvimento maior das autoridades provinciais iraquianas, o que contribuiu para uma relativa melhora na situação da segurança.

Mas, apesar da violência em seu mais baixo nível em mais de quatro anos, os progressos permanecem "frágeis", previu o último relatório trimestral do Pentágono divulgado no início de julho.

O Departamento de Contabilidade do Governo (GAO, em inglês) ressalta em particular a falta de autonomia das forças de segurança iraquianas.
Se seu número aumentou de 323.000 para 478.000 em um ano e meio, "o índice de unidades iraquianas capazes de realizar operações sem a assistência americana estagnou em 10%", segundo o departamento.

O último texto promulgado pelo presidente Bush, concedendo 162 bilhões de dólares ao financiamento das guerras no Iraque e no Afeganistão até o verão de 2009, eleva a mais de 650 bilhões de dólares o custo da empreitada americana no Iraque.

Os democratas estão preocupados de que esse acordo ate as mãos do próximo presidente.

O conflito no Iraque, impopular para a opinião pública dos Estados Unidos, deixou 4.113 americanos mortos até o momento.

(*Com informações das agências Reuters e AFP)

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