EUA demonstram preocupação com terrorismo na Tríplice Fronteira

Washington, 30 abr (EFE) - Os Estados Unidos demonstraram preocupação com o terrorismo na Tríplice Fronteira, ponto de confluência de Argentina, Brasil e Paraguai, segundo um relatório divulgado hoje. Segundo o país, o tráfico de armas e drogas na região são motivos de preocupação, assim como a possibilidade de que simpatizantes dos grupos radicais Hamas e Hisbolá participem de atividades ilícitas e arrecadem doações na comunidade muçulmana. Além disso, o Departamento de Estado americano manteve Cuba na lista de países patrocinadores do terrorismo e qualificou a Venezuela de nação que não colabora nos esforços contra o problema. Em seu relatório anual sobre terrorismo, o Departamento de Estado americano indica que a Al Qaeda é a maior ameaça terrorista contra os Estados Unidos e conseguiu recuperar parte da capacidade que tinha antes dos atentados de 11 de setembro de 2001. Como em anos anteriores, o relatório inclui Cuba, Irã, Coréia do Norte e Sudão na lista de países patrocinadores do terrorismo. A Venezuela, por sua vez, figura como uma nação que não coopera completamente com os esforços antiterroristas dos Estados Unidos. Segundo o coordenador do Escritório Antiterrorista do Departamento de Estado, Dell Daley, Cuba está na lista principalmente porque fornece refúgio às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), ETA e o Exército de Libertação Nacional (ELN). Isso apesar de não terem sido registradas atividades terroristas na i...

EFE |

570 do ano anterior.

O Iraque acumula 60% das vítimas de atentados terroristas, com 13.600 em parte pelo aumento de 50% de ataques suicidas.

O relatório, que o Departamento de Estado americano apresenta todos os anos ao Congresso, indica que a rede Al Qaeda conseguiu se fortalecer nas áreas tribais do noroeste do Paquistão e reconstruiu sua estrutura de direção.

"Vários militantes do alto comando da Al Qaeda foram capturados ou morreram, mas os líderes da Al Qaeda seguem planejando atentados e cultivando conexões operativas mais fortes que propagam do Paquistão a filiados no Oriente Médio, do Magrebe e da Europa", explica o documento de 312 páginas. EFE mv/iw/db

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