Washington, 14 jan (EFE).- Confirmada hoje pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos a primeira vítima americana no terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu o Haiti.

O porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley, somente confirmou a morte durante uma coletiva, sem dar mais detalhes.

Crowley assinalou que pelo menos 164 pessoas foram retiradas do país desde o terremoto, na terça-feira.

Segundo o Departamento de Estado, mais de 45 mil americanos moram no país.

O porta-voz assinalou que um avião C-130 da Guarda Costeira retirou 42 funcionários americanos e suas famílias, além de outros 72 cidadãos que estão a salvo.

Está previsto que ao longo do dia de hoje outras pessoas saiam da ilha, mais 370 cidadãos americanos em diferentes voos.

Os Estados Unidos se comprometeram em ajudar o Haiti e membros da 82ª Divisão Aerotransportada do Exército americana chegarão hoje à ilha, para contribuir com as tarefas de segurança de uma força de paz das Nações Unidas composta por 7 mil homens.

O poderoso terremoto aconteceu às 19h53 (Brasília) de terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do Haiti. O primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, cifrou hoje em "centenas de milhares" o número de mortos.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, havia falado de "centenas de milhares" de mortos.

Conforme a última atualização do Exército brasileiro, pelo menos 14 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor. EFE elv/dm

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