EUA condenam atentado contra hotel no Paquistão

Washington, 20 set (EFE).- A Casa Branca condenou hoje energicamente o atentado contra o Hotel Marriott de Islamabad, no Paquistão, e afirmou que o ataque é uma lembrança da ameaça que todos enfrentam.

EFE |

"O presidente (George W.) Bush envia suas sinceras condolências às famílias dos que morreram no sangrento ataque de hoje. Isto é uma lembrança da ameaça que todos enfrentamos", disse em um comunicado Gordon Johndroe, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos.

"Os EUA apóiam o Governo eleito democraticamente no Paquistão ao fazer frente a este desafio", acrescentou Johndroe.

Bush foi informado do atentado por seu assessor de Segurança Nacional, Stephen Hadley, e emitirá uma declaração escrita ainda hoje, destacou Johndroe.

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, também condenou o atentado a bomba, que, segundo dados provisórios, matou pelo menos 60 pessoas e deixou mais de 250 feridos.

Obama disse em um comunicado que "o ataque de hoje demonstra a grave e urgente ameaça que a Al Qaeda e seus parceiros representam para os EUA, o Paquistão e a segurança de todas as nações".

O senador por Illinois também lembrou que, assim como o atentado contra a embaixada americana no Iêmen esta semana, "a ameaça terrorista não conhece fronteiras, e os terroristas ameaçam inocentes civis de todas as religiões e regiões".

"Agora é a hora de centrarmos nossos esforços em derrotar a Al Qaeda e em proteger o povo americano", afirmou Obama.

O candidato também destacou a importância do fortalecimento das relações com o Paquistão e outras nações na luta contra o terrorismo, e destacou que os Estados Unidos "devem liderar um verdadeiro esforço global" para vencer a "Al Qaeda e sua ideologia cheia de ódio". EFE mp/sc

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