EUA apoiam entrada de Moldávia na UE

Washington, 22 jan (EFE).- Os Estados Unidos respaldaram hoje a entrada da Moldávia na União Europeia (UE) e ofereceram apoio para que o país consiga o desenvolvimento econômico e democrático necessário para ingressar no bloco.

EFE |

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, e o primeiro-ministro da Moldávia, Vladimir Filat, se reuniram hoje em Washington para assinar um acordo segundo o qual os EUA darão US$ 262 milhões por meio da Corporação Desafio do Milênio para promover o setor agrícola e as infraestruturas na Moldávia.

Os dois países concordaram em "intensificar o diálogo em uma ampla variedade de assuntos de interesse comum", segundo um comunicado conjunto divulgado pelo Departamento de Estado.

"Esses interesses incluem facilitar o desenvolvimento da democracia, o Estado de direito, a economia de mercado, a prosperidade, a cooperação em matéria de defesa, as reuniões bilaterais e o apoio às aspirações europeias da Moldávia".

A Corporação Desafio do Milênio foi criada em 2004 pelo Governo dos EUA para trabalhar com os países mais pobres do mundo a fim de promover o desenvolvimento, com o princípio de que a assistência é mais efetiva quando promove a boa governança, a liberdade econômica e o investimento nos recursos humanos.

A Moldávia esperava se transformar no ano passado em membro associado da UE após cumprir as metas de cooperação firmadas com o bloco, mas Bruxelas impôs novos requisitos, entre eles a luta contra a corrupção e a realização de eleições limpas.

Os Estados Unidos receberam com "satisfação" a intenção do Governo moldavo de continuar com um programa de reformas e reafirmaram apoio "constante" à independência da Moldávia, "a soberania" e "a integridade territorial" de suas fronteiras internacionalmente reconhecidas.

Quanto ao conflito entre Moldávia e a região separatista moldava de Transnístria, ambos os países apoiaram o reatamento das negociações no formato 5+2: Moldávia e Transnístria mais Rússia, Ucrânia, EUA, Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) e UE. EFE elv/sa

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