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EUA analisam ajuda que podem oferecer a Cuba por efeitos de Gustav

Washington, 8 set (EFE) - Os Estados Unidos analisam que tipo de ajuda podem fornecer a Cuba, pela passagem do furacão Ike na ilha, apesar da rejeição de Havana à oferta anterior do país para amenizar os efeitos de Gustav, informou hoje o Departamento de Estado americano.

EFE |

Na última sexta-feira, a Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (Usaid), autorizou uma ajuda de US$ 100 mil para as vítimas de "Gustav" em Cuba e ofereceu enviar uma equipe de especialistas à ilha para avaliar os danos causados.

No entanto, o Governo cubano rejeitou no sábado a oferta dos EUA e destacou que se Washington quer cooperar com o povo cubano, deve levantar as restrições e permitir a venda à ilha de materiais de primeira necessidade.

O porta-voz do Departamento de Estado americano, Sean McCormack, afirmou em sua entrevista coletiva diária que "existem diferenças políticas claras bem conhecidas entre EUA e Cuba", mas, ressaltou, "estas diferenças não devem ser um obstáculo para proporcionar ajuda humanitária aos cubanos, da qual é bastante claro que precisam".

McCormack explicou que a importância de que Cuba aceite a equipe de avaliação dos danos reside no fato de que os especialistas podem determinar, assim, se a ilha necessita de mais ajuda que os US$ 100 mil estimados inicialmente.

"Veremos se o Governo cubano muda de opinião e nos permite ajudar os cubanos", concluiu o porta-voz.

O furacão "Ike" atingiu hoje o leste e o centro de Cuba com rajadas de vento de até 261 km/h.

Por enquanto, não foram reportados mortos ou feridos, mas a imprensa cubana listou perdas enormes em casas e outras edificações, torres de televisão e telecomunicações, redes elétricas, plantações e outros bens. EFE cae/db

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